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11/maio/2017

Vivemos um período marcado por conexões de internet mais rápidas, smartphones onipresentes. O momento contribui para que o setor volte a sua atenção para as comunicações eletrônicas para a execução de seus trabalhos, aumentando a prestação de cuidados de saúde.

Os médicos estão se comunicando com os seus pacientes através de e-mail, webcam, telefone. Assim como, também estão se comunicando uns com os outros eletronicamente, por inúmeras razões, tais como para ouvir novos posicionamentos acerca de decisões sobre diferentes patologias e diagnósticos.

Podemos compreender que a telemedicina permite que os profissionais de saúde, avaliem, concedam diagnósticos e tratem pacientes à distância utilizando a tecnologia de telecomunicações.

No infográfico abaixo, podemos notar que o futuro da telemedicina dependerá de como os órgãos reguladores, provedores, fontes pagadores e pacientes se mostrarem receptivos para enfrentarem os desafios da sua adoção.

Como os pacientes se sentem com o uso da Telemedicina:

  • 51,8% dizem que opções de programação mais convenientes ou custo mais baixo iria torná-los mais propensos a usar um serviço de medicina;

  • 63,5% dos pacientes afirmam que seria confortável realizar uma consulta virtual em casa;

  • 65% dizem que seria provável realizar uma consulta virtual se eles já tivessem visto o médico pessoalmente

A telemedicina tem como finalidade melhorar a qualidade dos cuidados e fornecer maior acesso, entretanto alguns críticos ainda questionam se a qualidade dos cuidados acompanha a sua rápida expansão.

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10/maio/2017

A obesidade infantil ainda é um tema que causa muitas dúvidas nos pais e responsáveis. A desinformação prejudica a prevenção e o tratamento precoce. Confira os mitos e as verdades sobre a doença.

 

Eu e o meu filho somos os culpados pelo seu excesso de peso: Há ainda quem acredite que a criança está obesa por culpa exclusivamente dos pais. Isso não é verdade. As crianças ganham peso por diversos fatores. Algumas têm tendência por razões genéticas. E muitas vezes não tomamos as decisões mais acertadas sobre a escolha dos alimentos mais saudáveis ou o tamanho das porções que comemos por falta de orientação sobre o assunto. Entender melhor as causas da obesidade, com a ajuda do pediatra, é o primeiro passo para prevenir e controlar a doença.

O excesso de peso do meu filho terá solução rapidamente: Não há solução fácil para problema de excesso de peso (e para muitas outras coisas). A obesidade não é um problema que pode ser resolvido da noite para o dia, ou mesmo dentro de semanas. E o que vale para um adulto nem sempre se aplica à criança. E cuidado para não oferecer à criança tratamentos sem comprovação científica, como suplementos naturais e dietas da moda, que prometem resultados em pouco tempo. Mais uma vez: consulte o pediatra. Ele é o mais capacitado para traçar a estratégia de tratamento, baseada em evidências científicas, em parceria com nutricionistas e outros profissionais de saúde, tal como o professor de educação física.

Meu filho está gordinho, mas vai emagrecer quando crescer: Meninos e meninas geralmente ganham peso na infância. É parte do processo natural de crescimento. Porém, alguns pais acreditam que os seus filhos tendem a perder peso à medida que forem se desenvolvendo. É uma ideia errada. Dependendo do estilo de vida da família, dos hábitos alimentares e do nível de atividade física que a criança tem ou não, ela poderá engordar ainda mais. Um adolescente obeso tem grande risco de se tornar um adulto obeso.

Meu filho parece estar acima do peso, mas a nossa família é de pessoas grandes, com ossos fortes. Não vou me preocupar: Se o peso do seu filho está acima do normal para a idade e altura, após ser avaliado pelo pediatra, siga à risca as recomendações do médico. É mais provável que o excesso de peso do seu filho esteja associado com maus hábitos alimentares e vida sedentária. E saiba que problemas hormonais podem causar excesso de peso, mas são responsáveis pela minoria de casos de obesidade infantil.

Como o meu filho é maior que outras crianças da mesma idade, precisa comer mais: Esse é outro mito. Muitas famílias costumam servir porções maiores a crianças com sobrepeso porque elas são mais altas. O que se deve considerar é a avaliação do pediatra, que, além da consulta clínica, usa medidas como as curvas de percentis para índice de massa corporal (IMC) de crianças e adolescentes.

 

Fonte: “A Parent’s Guide to Childhood Obesity: A Road Map to Health” (Academia Americana de Pediatria).

 


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09/maio/2017

A Agência Nacional de Saúde Suplementar divulga nesta quinta-feira (20/04) os resultados do Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços de Saúde (Qualiss). Com isso, beneficiários de planos de saúde e demais interessados podem consultar, no site da reguladora, os hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais de saúde que atendem critérios importantes relacionados à qualidade assistencial. É a primeira vez que a ANS disponibiliza as informações completas de todos os prestadores que participam do programa, oferecendo subsídios para que os usuários possam escolher e comparar os serviços.

Com os resultados é possível consultar os estabelecimentos que possuem selo de acreditação e núcleo de segurança do paciente, os hospitais e clínicas que desenvolvem projetos de incentivo à melhoria da assistência em saúde e qualificações obtidas pelos profissionais de saúde, entre outras informações. Cada categoria de prestador possui atributos de qualificação específicos e relevantes para o aprimoramento da qualidade assistencial.

“O Qualiss estimula a qualificação dos prestadores de serviços na saúde suplementar e aumenta a disponibilidade de informações para que beneficiários e também as operadoras de planos de saúde tenham mais poder de avaliação e escolha. É uma iniciativa que ajuda a aprimorar a assistência em saúde e a disseminar informações sobre o desempenho do setor, garantindo transparência”, explica Ana Paula Cavalcante, gerente-executiva de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade da ANS.

Para facilitar a pesquisa, a ANS criou um sistema de busca em que o usuário pode encontrar o prestador pelo nome, por tipo de estabelecimento (hospital, hospital-dia, clínica ou Serviço de Apoio à Diagnose e Terapia – SADT), estado ou município. Nesta primeira etapa de divulgação dos resultados do programa, o buscador contempla cerca de 1.400 estabelecimentos acreditados, ou seja, que possuem certificação máxima de qualidade emitida por instituições acreditadoras de serviços de saúde. A acreditação é um procedimento de verificação externa dos recursos institucionais e dos processos adotados pelas instituições e mede a qualidade da assistência através de um conjunto de padrões previamente estabelecidos.

O usuário também pode consultar os prestadores que possuem Núcleo de Segurança do Paciente cadastrado na ANVISA (cerca de 1.490 estabelecimentos); hospitais que informaram à ANS as taxas de proporção de readmissão hospitalar e hospitais-dia com taxa de retorno não planejado à sala de cirurgia – indicadores que medem a capacidade progressiva do prestador em ajudar as pessoas a se recuperarem de forma tão eficaz quanto possível, frequentemente utilizado como parâmetro para a qualidade assistencial; estabelecimentos que participam de projetos da ANS para indução da qualidade assistencial (Parto Adequado e Idoso Bem Cuidado); e profissionais de saúde que possuem titulação (especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado). Nesta categoria, são fornecidas informações de 35.110 profissionais, entre enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, médicos, odontólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais.

Clique aqui para consultar a qualidade de hospitais, clínicas e laboratórios.

“A divulgação desses resultados é parte fundamental do programa, por isso construímos esse sistema de busca que facilita a pesquisa por prestador. Em breve todos os atributos de qualidade mensurados – e consequentemente os prestadores que participam do programa – estarão contemplados no buscador”, destaca Ana Paula.

As operadoras de planos de saúde são obrigadas a divulgar os atributos de qualificação de cada prestador que faz parte da sua rede assistencial, devendo atualizar periodicamente as informações contidas nos materiais impressos e eletrônicos.

A participação dos prestadores no programa Qualiss é voluntária. Os critérios de qualificação servem também para compor o Fator de Qualidade, modelo de remuneração de serviços usado para reajustar contratos entre operadoras e prestadores com previsão de livre negociação entre as partes, ou seja, quando não há um índice previsto no contrato e após negociação, quando não há acordo. A lista de estabelecimentos sujeitos à aplicação do Fator de Qualidade está disponível na área de contrato entre operadoras e prestadores no site da ANS.

Para a execução do programa, a ANS conta com a participação de diversas entidades responsáveis pela elaboração dos critérios, coleta e consolidação dos dados e monitoramento dos prestadores.

Como consultar a qualidade dos hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais de saúde

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Fonte: Portal ANS


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08/maio/2017

Para reduzir ineficiências na prestação de cuidados da saúde, melhorar o acesso aos serviços e tornar a medicina mais personalizada, países de todo o mundo passaram a buscar procedimentos amparados pela tecnologia. A iniciativa ocorre gradativamente e faz parte do conceito de Saúde digital.

“Em países como Estados Unidos, Canadá e Israel, o processo cresceu muito nos últimos anos. Já no Brasil, ainda começa a se desenvolver, com muitas coisas a serem feitas. A transformação digital na Saúde representa uma evolução que ocorrerá até mesmo por uma pressão do mercado, que está tomando um novo rumo. Países que não se atualizarem acabarão ficando para trás”, explica Avi Zins, diretor executivo da Associação Brasileira de CIOs Saúde (ABCIS).

Veja a seguir, um panorama da Saúde digital no Brasil:

Hospitais

Algumas grandes instituições já investiram em tecnologias que possibilitam e vão além do Hospital Digital implantando o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e, em alguns pequenos projetos e com caráter piloto, soluções de Internet das Coisas (IoT). Mas o processo é longo. “Ainda há organizações que não possuem Prontuário Eletrônico e não são informatizadas. Isso é um problema sério, que deve ser resolvido antes de se pensar em atingir um nível de Saúde Digital”, diz Zins. Para ele, é fundamental que a instituição esteja aberta para a inovação, integrando a equipe de TI com as principais decisões estratégicas.

Operadoras de planos de Saúde

Possuem um nível de informatização maior, padronizando o sistema de informações, mas ainda é preciso investir em soluções que otimizem a gestão e ofereçam novos caminhos aos beneficiários. “Trabalhando de forma mais inteligente, com o auxílio da medicina preditiva e preventiva, as operadoras precisam entender o comportamento dos consumidores e pacientes, para então tomar decisões melhores para atender às necessidades de todos. No futuro, a tendência é que clínicas, hospitais e operadoras sejam ligadas”, explica Zins. Hoje, já existem softwares que monitoram a saúde dos beneficiários, para que as operadoras direcionem os tratamentos de acordo com os principais problemas identificados.

Medicina diagnóstica

Para Zins, os centros de medicina diagnóstica estão passando por um processo de reformulação muito importante. “A tendência é de que muitos diagnósticos e exames laboratoriais sejam feitos por meio da Internet das Coisas, com ferramentas ligadas ao indivíduo”. Para isso, os centros já estão integrando soluções que visam a melhorar o atendimento. Para diagnosticar com mais precisão um paciente com diabetes, por exemplo, acompanham além dos exames feitos, sua alimentação e a prática de exercícios físicos.

Saúde Pública

A falta de infraestrutura, medicamentos e informatização básica ainda afeta a Saúde Pública, que está longe de se tornar digital. “Temos problemas muito sérios para resolver antes. Hospitais públicos superlotados, com leitos para todos os lados e registros feitos em papéis ainda fazem parte da realidade do país”, explica Zins. Para atingir o nível de Saúde Digital, é preciso, antes de tudo, resolver essas etapas, para então implementar novas tecnologias.


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05/maio/2017

Quando o McDonalds abre num novo ponto de venda ele oferece o mesmo mix de produtos que as demais lojas da rede. Todos sabemos o que iremos encontrar no cardápio.

Quando uma empresa de saúde decide atender a população de uma determinada região ela não sabe que perfil de pacientes irá encontrar pela frente. Para piorar a situação – do ponto de vista econômico – é inviável oferecer no menu todas as especialidades médicas existentes. Assim, muitas vezes os usuários não sabem o que irão encontrar no “cardápio” e nem o tamanho da fila.

Como ninguém compra um Big Mac para comer dali a um dia, quem quer saúde também não quer esperar até a semana seguinte.

A situação é difícil para os dois lados, mas o cliente tem sempre razão.

Quando iniciei minha carreira no setor de Saúde, numa grande empresa de Medicina de Grupo, fiquei assustado com a correria interna para que as duas pontas da corda se encontrassem e a fila andasse.

De gestão de fila eu entendia, uma vez que antes eu havia trabalhado em alguns grandes Bancos e empresas de Varejo do país. Mas nada que se comparasse ao atendimento de pacientes. Aquilo parecia uma frenética partida de baseball!

Ali o que se via era um revezamento formado por diversas pessoas com conhecimento tácito do negócio suando a camisa para fazer do caos uma situação controlada. Algoritmos não haviam. O que garantia a predição da demanda era o feeling da gestão associado à rapidez nos ajustes, mutirões-relâmpago, movimentos de expansão de rede e muito foco e adrenalina para evitar que a bola caísse no meio do campo.

Naquela altura do campeonato não era comum falar de engajamento de pacientes…a preocupação mais natural era mesmo com o “engarrafamento” de pacientes, numa rede de tráfego intenso.

Quase dez anos se passaram desde aquela estreia.

De lá para cá muita coisa mudou no comportamento humano.

E para alívio das empresas de saúde essas mudanças podem ajudar a virar o jogo.

Isso porque com o boom das tecnologias social – mobile – cloud tornou-se muito mais fácil e rápido se comunicar com um paciente, ou com um grupo deles, do que era antes.

Naquela época os únicos pontos de contato com o usuário eram quadros de aviso em empresas, centrais telefônicas para agendamento e cartazes dentro de hospitais e centros médicos, ou seja: quando se falava com um usuário ele provavelmente “já tinha se transformado em paciente” e figurava nas contas vermelhas da organização.

Hoje em dia, além de podermos nos comunicar com mais rapidez, também podemos entender melhor a jornada do paciente. Isso porque, juntamente com os hábitos digitais e os novos canais de comunicação, surgiu uma nova camada de dados que antes não estava disponível.

Trata-se de um momento ímpar para educar a população assistida e conhecer melhor a demanda. Mas muitas vezes essa oportunidade histórica tem sido esquecida pelas empresas de saúde.

Falo com conhecimento de causa. Sou cliente de uma das maiores seguradoras de saúde do país. Há três anos não realizo um check-up. Já estou na faixa dos 40 anos e para piorar minha situação sou crônico.

Nunca recebi um único lembrete da minha seguradora, nem sequer uma orientação sobre como eu deveria me comportar com relação ao meu tratamento. Somos perfeitos estranhos entre nós, eu e minha Seguradora. Quantos não tem a mesma sensação?

Como estou do lado de fora daquele campo, eu imagino que ali também deva estar acontecendo uma agitadíssima partida cheia de emoções – e é natural que seja assim, porque a agilidade deve fazer parte do DNA de qualquer negócio de saúde.

Mas isso reafirma a minha sensação de que nem só de suor, tacos e bolas de baseball se constrói um negócio de longo prazo. Com as novas ferramentas que temos hoje podemos ter pessoas agindo com menos pressa e pensando a longo prazo.

Fazendo uso de tecnologias leves, um gestor de saúde pode planejar melhor sua próxima tacada, avaliando cada ação sem perder de vista o horizonte. Como numa partida de golfe. Os tacos e as bolas continuam lá, mas graças a revolução digital elas adquiriram novas formas e exigem dos players uma nova postura.

A empresa que negligenciar esse momento histórico pode até continuar evitando que a bola caia no meio do campo no curto prazo. Mas no longo prazo corre o risco de deixar seu negócio ir para o buraco.

Istvan Camargo é especialista em engajamento de pacientes. Foi membro do Comitê Científico da Health 2.0 Latam e residente digital do Centro de Mídias Sociais da Mayo Clinic / USA. Atuou como Chief Innovation Officer do Grupo Notredame Intermédica. Realizou palestras sobre o tema em conferências como Social Media Week, Campus Party e HIS. Em 2012 fundou a primeira rede social de saúde do país, tendo realizado projetos para ABQV, Virada da Saúde SP, EPM dentre outros. Atualmente realiza projetos de engajamento para empresas de diferentes segmentos de saúde.


Fonte: Saúde Business


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04/maio/2017

A segurança do paciente e a gestão financeira dos hospitais são questões sine quo non para uma saúde de qualidade. Nesse contexto, a logística hospitalar tem se configurado como atividade essencial para reverter alguns dos cenários negativos que temos atualmente. Mas, para isso, ela precisa contar com processos bem estruturados, tecnologias de ponta, capacitação do capital humano e gerar valor agregado.

Pelos motivos apontados e considerando que abril é um mês simbolicamente dedicado à Segurança do Paciente, apresento aqui os  “5 corretos”,  fundamentais para a garantia dessa segurança e também para a melhor gestão financeira das instituições de saúde:

  1. Medicamento correto

Para garantir que o medicamento correto seja administrado ao paciente indicado é necessário realizar a rastreabilidade desse produto desde o seu recebimento, passando pela armazenagem correta, unitarização e serialização, para então ser entregue ao profissional que fará a administração ao paciente, que por sua vez deverá estar devidamente identificado com pulseira contendo, preferencialmente, código de barras data matrix integrada ao sistema geral. Com o suporte de tecnologia de ponta, é possível ainda cruzar os dados desse medicamento com o paciente e profissional, garantindo em 100% a integridade da cadeia do atendimento.

  1. Dose correta

A dose correta é fundamental para garantir a qualidade do tratamento e também a segurança do paciente. Segundo Estudo da Universidade de São Paulo, 14,4% das falhas relacionadas à medicação são provenientes da dosagem incorreta.  Nesse processo, a unitarização se torna fundamental, já que ela reduz os medicamentos em sua dose mínima de consumo, permitindo que chegue ao paciente exatamente o que ele deve e precisa consumir. Também, com o auxílio de tecnologia e integração de sistema, é possível avisar o profissional que está administrando o medicamento que aquela é a dose a ser dada.

  1. Via correta

Intravenosa, oral, entre outras. A via correta de acesso do medicamento é importante para o melhor resultado do tratamento, e para a natureza e quantidade a ser administrada para cada paciente. Pesquisa da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo aponta que 6,1% dos erros relacionados a medicamentos são dessa natureza. A logística hospitalar é responsável pelo envio de kits contendo seringas e outros insumos necessários para aplicação e também pelo envio dos medicamentos corretos para cada tipo de administração.

  1. Hora correta

Também de acordo com a pesquisa da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, 77,3% dos erros de medicação estão ligados ao horário da administração. Esse é um erro comumente cometido em casa também, onde o paciente se esquece de tomar o remédio na hora correta. A checagem da hora é essencial para garantir a qualidade do tratamento e também evitar riscos ao paciente, por ingestão de elevadas quantidades em menor tempo ou por receber a medicação em períodos mais espaçados do que o necessário.

  1. Paciente correto

O ciclo do medicamento se encerra com o paciente. Por isso, a identificação correta desse indivíduo é fundamental para garantir que todo o fluxo siga seu curso sem intercorrências e podendo, assim, garantir a segurança desse paciente e também resguardar profissionais e instituições de saúde.

Quer saber mais sobre a cadeia de abastecimento hospitalar e os impactos na segurança do paciente e gestão das instituições? Convido você para assistir ao vídeo:


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