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25/jun/2021

O Combate às Drogas é um processo longo e desafiador mas vale muito a pena para o dependente.

O que são drogas?

Chamamos de drogas as substâncias que sejam elas lícitas e ilícitas, capazes de provocar alterações físicas, como sudorese ou sensação de frio,

e psíquicas numa pessoa, tais como euforia, depressão e etc.

Combate às drogas - homem aparentemente alcoolizado sentado em via pública, com vários carros passando na via.

As drogas são divididas em três categorias:

Depressoras;

São drogas que inibem as funções cognitivas,

provocando diminuição dos reflexos, da atenção etc.

Por exemplo:

Álcool, solventes, ansiolíticos.

Estimulantes;

Elas aceleram as atividades do cérebro,

causando sintomas como euforia,

hiper atenção e ansiedade.

Por exemplo:

Anfetamina, nicotina (cigarro), cafeína e crack.

Alucinógenas;

São substâncias que atingem diretamente o funcionamento

do sistema nervoso central, causando diversos efeitos como

perda de memória, alucinações, entre outros

Por exemplo:

LSD, ecstasy, maconha e chás de cogumelo.

.

As consequências da dependência química não afetam somente o indivíduo, mas também a todos que o cercam.

Por causa do vício, é comum o dependente mudar seu comportamento, como não

conseguir mais cumprir suas funções sociais, como trabalhar ou estar com quem ama.

Contudo é importante lembrar que a dependência química é uma doença,

por isso o dependente não deve ser marginalizado, por outro lado ele deve ser

tratado como uma pessoa que necessita de ajuda para que possa ter novamente a qualidade de vida adequada.

E como é o combate às Drogas?

A dependência química é uma doença crônica ou seja, uma vez instalada não tem cura.

Ela pode ser controlada entretanto o paciente requer um tipo de tratamento diferente, que é mensurado pelo grau de dependência

e com o tipo de substância que o usuário usa.

Atualmente existem muitos métodos de tratamento como terapia comportamental, reinserção na sociedade etc…

Você não está sozinho na luta contra às drogas. Viva com saúde e com aquilo que lhe traga felicidade!

Nós da Provisa Gestão de Saúde construímos essa Campanha de Combate às Drogas para conscientizar

e combater esse mal dentro de nossas empresas parceiras.

Se interessou, venha somar conosco e contrate agora o seu plano de saúde empresarial!

 

 


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03/nov/2017

Novembro é mês de reforçar as orientações sobre a prevenção do câncer de próstata, missão que vem sendo realizada desde 2011 pela campanha Novembro Azul, do Instituto Lado a Lado pela Vida. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), foram estimados 61.200 novos casos da doença entre 2016 e 2017 no Brasil, constituindo o segundo tipo de câncer mais incidente em homens de todas as regiões do país – com 28,6% dos casos, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma.

Apesar dos avanços terapêuticos, cerca de 25% dos pacientes com câncer de próstata ainda morrem devido à doença. As taxas de incidência no Brasil vêm aumentando devido a dois motivos: aumento da expectativa de vida da população (três quartos dos casos de câncer de próstata no mundo ocorrem em homens acima dos 65 anos) e melhoria da capacidade diagnóstica. Atenta a esse cenário e à necessidade de melhorias na atenção oncológica aos beneficiários de planos de saúde no país, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) iniciou em 2016 o Projeto OncoRede, que propõe um conjunto de ações integradas para reorganizar e aprimorar a prestação dos serviços de saúde para pacientes com câncer no Brasil.

Atualmente, participam do Projeto 19 operadoras e 24 prestadores de serviços. Deste total, quatro prestadores e sete operadoras estão implementando projetos que contemplam o cuidado ao paciente com câncer de próstata.

Conheça os parceiros do Projeto OncoRede

O modelo proposto pela ANS e demais parceiros engloba ações de promoção de saúde, prevenção do câncer e busca ativa para o diagnóstico precoce; continuidade entre o diagnóstico e o tratamento, sendo este mais adequado e em tempo oportuno; articulação da rede de assistência (informação compartilhada) e pós-tratamento.

“Para aprimorar o rastreamento de cânceres passíveis de detecção precoce, como o de próstata, estamos propondo a realização de estudos que permitam às operadoras e prestadores medir o número de exames esperados em sua população e identificar o caminho a ser percorrido pelo paciente após a suspeita de câncer; além de definir indicadores de monitoramento do acesso, da qualidade e do nível de coordenação do cuidado”, explica o diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar.

Além das iniciativas cadastradas pelo Projeto OncoRede, atualmente a ANS contabiliza 44 programas aprovados pela reguladora de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças (Promoprev) para o rastreamento e cuidado do câncer de próstata.

Sintomas e diagnóstico do câncer de próstata

De acordo com o Inca, em sua fase inicial o câncer de próstata tem evolução silenciosa. Muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata (dificuldade de urinar ou necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite). Na fase avançada, pode provocar dor óssea, sintomas urinários e até infecção generalizada ou insuficiência renal.

Dois exames iniciais têm grande importância para o diagnóstico da doença: o exame de sangue, por meio do Antígeno Prostático Específico (PSA), e o exame de toque, ambos cobertos pela Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde que determina a cobertura mínima obrigatória dos planos de saúde. Esses dois exames, quando associados, podem dar uma segurança de cerca de 90% ou mais, auxiliando no diagnóstico precoce da doença.

A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que homens a partir de 50 anos devem procurar um profissional especializado para avaliação individualizada. Aqueles da raça negra ou com parentes de primeiro grau com câncer de próstata devem começar aos 45 anos.

Para informar a população, em linguagem simples, sobre os aspectos gerais da doença, o Inca lançou a cartilha “Câncer de próstata: vamos falar sobre isso?”, com informações sobre fatores de risco, diagnóstico e tratamento.

 


Fonte: Portal ANS


 


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16/out/2017

A epidemia de obesidade tornou-se um problema de saúde pública em todo o mundo, levando ao aumento do risco de doenças cardiovasculares e diabetes. Segundo dados da pesquisa Vigitel da Saúde Suplementar 2015, estudo realizado pelo Ministério da Saúde e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a proporção de beneficiários de planos de saúde com excesso de peso vem aumentando desde 2008, quando foi realizado o primeiro levantamento, passando de 46,5% para 52,3%. O mesmo ocorre com a proporção de obesos, que aumentou de 12,5% para 17%.

Diante desse cenário, a ANS criou o Grupo Multidisciplinar para Enfrentamento da Obesidade na Saúde Suplementar, com o objetivo de promover melhorias e incentivos na atenção à saúde relacionada ao combate à obesidade e sobrepeso entre beneficiários de planos de saúde.

“Realizamos dois encontros bastante produtivos e agora estamos reunindo as sugestões recebidas para a produção de uma publicação com orientações e algoritmos para o rastreio do excesso de peso e conduta adequada. O material será discutido com o setor para que operadoras e prestadores de serviços possam definir a melhor forma de colocar as diretrizes em prática junto aos beneficiários de planos de saúde”, explica Karla Coelho, diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, que reforça, neste 11/10, Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, o compromisso da Agência com o tema.

Obesidade associada ao câncer

O que muitos não sabem é que a obesidade também está relacionada ao câncer. É o que mostra avaliação científica recente citada no relatório Energy Balance and Obesity, publicado no dia 27/09 pela Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC), da Organização Mundial da Saúde.

Segundo o documento (produzido em 2015 por 17 especialistas internacionais), em 2014, mais de 1,9 bilhão de adultos (cerca de 40% dos adultos do planeta) tinham sobrepeso; e destes, 600 milhões estavam obesos. O relatório aponta ainda que, em 2012, de todos os novos casos de câncer em adultos, 3,6% foram atribuídos ao aumento da massa corporal. O cenário se torna ainda mais alarmante diante da evolução da obesidade na infância: o número de crianças com sobrepeso em países com renda média (a exemplo do Brasil) mais que dobrou desde 1990 – de 7,5 milhões para 15,5 milhões.

O Instituto Nacional do Câncer (INCA), que é membro do Grupo criado pela ANS, descreve em seu posicionamento sobre o tema que cerca de 13 em cada 100 casos de câncer no Brasil são atribuídos ao sobrepeso e à obesidade, sugerindo uma carga significativa de doença pelo excesso de gordura corporal. “O Inca apoia medidas intersetoriais de regulação de alimentos que objetivam a prevenção e o controle do excesso de peso corporal, com o reconhecimento que tais medidas convergem para a prevenção do câncer”, explica Maria Eduarda Melo, nutricionista da Coordenação de Prevenção e Vigilância do INCA.

Entre as medidas a que a nutricionista se refere estão: aumento da tributação de bebidas açucaradas e adoçadas com adoçantes não calóricos ou de baixa caloria; restrição da publicidade e promoção de alimentos e bebidas não saudáveis dirigidas ao público infantil; restrição da oferta de bebidas e alimentos ultraprocessados nas escolas e aprimoramento das normas de rotulagem de alimentos, deixando assim a informação mais compreensível e acessível ao consumidor.

Atualmente, o excesso de peso corporal está fortemente associado ao risco de desenvolver 13 tipos de câncer: esôfago, estômago, pâncreas, vesícula biliar, fígado, intestino, rins, mama, ovário, endométrio, meningioma, tireoide e mieloma múltiplo.

Entre as propostas do Grupo Multidisciplinar para Enfrentamento da Obesidade na Saúde Suplementar, criado pela ANS, estão:

  • Criação de um fluxograma para rastreio do excesso de peso e conduta.
  • Diretrizes com recomendações básicas para mudança do estilo de vida, estimulando a utilização do tempo livre e a prática de atividade física, além do combate ao sedentarismo e à alimentação inadequada.
  • Orientações em relação ao tratamento medicamentoso: indicações e contraindicações.
  • Esclarecimentos sobre o tratamento cirúrgico: orientações sobre pré e pós-operatório (realização de exames e suplementação nutricional), diretrizes de utilização para a cirurgia bariátrica, indicações e contraindicações.
  • Recomendação para que o cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal) seja realizado em todos os pacientes com menos de 60 anos que procuram assistência médica ambulatorial e hospitalar. A captação deste dado pelas operadoras de planos de saúde irá permitir o direcionamento para estratégias de prevenção e tratamento precoce.

Saiba mais sobre o Grupo Multidisciplinar para Enfrentamento da Obesidade na Saúde Suplementar.

 


Fonte: Portal ANS


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02/out/2017

Campanha alerta para a necessidade do diagnóstico precoce da doença na luta pela cura: mamografias e autoexames devem fazer parte da rotina feminina


Por:Aline Brito – Correio Braziliense

Por:Bernardo Bittar – Correio Braziliense


Os seios são fontes de várias simbologias em diferentes culturas. Motivo de inspiração e desejo, são também o órgão da amamentação, da feminilidade e do prazer. A mama, contudo, adoece. O câncer é o mal que mais acomete essa glândula — 28% do total de tumores —, sendo o tipo que mais provoca a morte de mulheres no Brasil. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa é de 60 mil novos casos por ano em mulheres cada vez mais jovens. Quanto mais cedo, porém, o diagnóstico, mais chances de cura. A entidade informa que, quando descoberto no início, há 95% de probabilidade de recuperação total.

O câncer de mama é uma patologia que, se diagnosticada precocemente, tem mais chances de ser tratada e diminui a possibilidade de tratamentos, como a quimioterapia e até a mastectomia”, explica Fernanda Salum, mastologista do Hospital Universitário de Brasília. O tratamento do câncer de mama foi uma dolorosa batalha para a coordenadora parlamentar de relações institucionais Patrícia Goulart, 52 anos, que perdeu duas irmãs para a doença. “Uma delas teve um câncer que não era compatível com o remédio, enquanto a outra apresentou sintomas muito agressivos e não teve tempo. Passei por todas as etapas, começando com o autoexame, e tenho certeza de que as medidas preventivas me fizeram estar aqui hoje”, conta.

 

Após quase um ano de quimioterapia e recuperação de uma mastectomia para tirar os dois seios, Patrícia finalmente se curou. Hoje, vê as cicatrizes com naturalidade e pretende tatuar flores no local da cirurgia. Nos próximos 10 anos, ela precisa de medicamentos com hormônios. “Mas agora é vida normal. Sou divorciada, saio com frequência, conheço pessoas diferentes e, sim, eu paquero. Tive vergonha, mas hoje tenho orgulho do meu novo modelo de corpo”, comenta. Os lenços que Patrícia usou enquanto estava sem cabelos foram repassados a uma amiga. Hoje, a “sacolinha da sorte” está com a sexta “dona”. “A gente passou de uma para a outra, como um símbolo de luta, mas de sorte também.”

 

Com o objetivo de chamar a atenção e divulgar histórias como a de Patrícia, surgiu, na década de 1990, no Estados Unidos, a campanha Outubro rosa, hoje difundida em diversos países. No Brasil, a primeira iniciativa partiu de um grupo de mulheres, em 2002, e foi marcada pela iluminação rosa do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo — em 2 de outubro, na comemoração dos 70 anos do encerramento da revolução, o monumento ficou iluminado com a cor da campanha.

 

Anos mais tarde, entidades relacionadas ao câncer de mama iluminaram de rosa monumentos e prédios em diversas cidades. Aos poucos, o Brasil foi ganhado a simbólica cor em todas as capitais e o mês de outubro tornou-se símbolo da luta pela prevenção e tratamento. “A gente vê que, em outubro, aumenta a solicitação por mamografia. A fila cresce e a quantidade de exames, também”, diz Fernanda Salum. O Ministério da Saúde registra um crescimento de 35% na realização de exames, que passou de 3 milhões, em 2010, para 4,1 milhões em 2016. Até julho deste ano, foram realizados um total de 2,1 milhões de testes.

Bom humor

A jornalista Margareth Aparecida Vicente, 56, venceu a doença. Aos 50, quando se submeteu a exames de rotina, recebeu o diagnóstico do tumor, em fase inicial. Ela diz que, no começo, ficou abalada, mas depois resolveu encarar tudo com bom humor. “Eu tinha duas opções: ou fazia o tratamento de mal com o mundo, ou fazia o tratamento de bem com tudo, o que facilitaria muito a minha vida”, ressalta. “Fiquei careca, usava lenços lindos, sempre de batom, sempre de maquiagem, não parei de trabalhar”, afirma, sorridente. No caso de Margareth, os médicos fizeram uma cirurgia chamada quadrantectomia, em que é retirado somente o quadrante onde o tumor está localizado. Quando se pensa na doença, logo vem à mente a retirada total do seio, mas isso não é uma regra. “Se o câncer for pequeno e a mama, não tão pequena, a gente consegue retirar o tumor preservando o seio”, frisa Fernanda Salum.

 

Na luta pela cura, Margareth percebeu a dificuldade no acesso às informações sobre a doença e na forma como as mulheres lidavam com a situação. Foi então que criou o blog Mama Mia, para falar da experiência e divulgar conhecimento sobre a patologia. “Passa a ser uma missão. O meu blog é para ajudar as pessoas de maneira bem-humorada e descontraída. Eu fazia entrevistas com médicos, esclarecendo o que é mito e o que é realidade”, conta. A partir daí, a jornalista entrou para um grupo de mulheres que têm ou tiveram câncer. Hoje, é coordenadora da turma e já ajudou mais de 4 mil pessoas a passarem pela doença com a cabeça erguida. “Somos todas amigas que se amam, trabalhamos juntas para ajudar mais mulheres, compartilhamos informações que a gente não conversa com o médico, como dicas para cabelo, unha, pele”, relata.

 

Prevenção

Além da mamografia, o Outubro rosa alerta para a importância do autoexame. Segundo pesquisa do Inca, de 2016, 66,2% das descobertas da doença ocorrem pelas próprias pacientes. O coordenador-geral de Oncologia do Hospital Santa Lúcia, Fernando Maluf, ressalta a importância do autoexame, mesmo em quem tem menos de 40 anos. “A incidência em mulheres novas vem aumentando”, informa. “A mamografia anual para essas mulheres não é necessária, exceto nos casos de histórico familiar.” Segundo Maluf, uma em cada 10 mulheres tem ou vai ter o tumor. “A incidência vem crescendo entre 5% e 10% nos últimos 10 anos. A população está envelhecendo, e isso (a doença) está muito relacionada à obesidade, ao sedentarismo. Os tumores femininos talvez sejam os que mais têm apresentado crescimento”, adverte.

 

Os sinais do corpo

Apesar de o câncer ser uma doença, na maioria das vezes, com desenvolvimento silencioso, algumas mulheres sentem mudanças no corpo. Os sintomas incluem nódulo na mama, secreção com sangue pelo mamilo e alterações na forma ou na textura do mamilo ou da mama. O tratamento depende da fase do tumor. Pode incluir quimioterapia, radioterapia e cirurgia.

 

“Envolve, na maioria, cirurgia e radioterapia. Em 70% dos casos, também são feitos tratamentos anti-hormonais”, explica o coordenador-geral de Oncologia do Hospital Santa Lúcia, Fernando Maluf. Esses procedimentos se tornam mais complicados conforme o estágio do tumor. “Quando está avançando e é agressivo, ou quando a mulher não faz acompanhamento, a taxa de cura cai para 50%, 40%.”

 

É consenso entre especialistas e mulheres curadas que a doença não deve ser encarada como um bicho de sete cabeças. Em 19 de outubro, é comemorado o Dia Internacional contra o Câncer de Mama, que, mais uma vez, lembra a todas de cuidar da própria saúde.

 


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25/set/2017

Um novo estudo tem atestado que praticar atividade física regularmente na infância e na adolescência diminui o risco de padecer de doenças crônicas graves na fase adulta. Os exercícios fortalecem os músculos, fazem bem a todo o organismo, aliviam a ansiedade e aumentam a autoestima. E para desenvolver ossos fortes é preciso também manter bons níveis de vitamina D, desde os primeiros meses de vida.

 

A relação entre vida ativa fisicamente na infância e na adolescência e saúde na fase adulta foi observada numa pesquisa – realizada com cobaias jovens – de cientistas da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Eles constataram que animais que se exercitavam apresentaram menor risco de inflamações, mesmo submetidos à dieta rica em gorduras. Esse efeito protetor continuou na idade adulta. Portanto, a inflamação está associada a males como obesidade, problemas cardiovasculares e câncer.

Confira as orientações de pediatras para a prática regular de exercícios e o uso de vitamina D na infância e na adolescência. Na dúvida, procure o médico da criança.

 


 


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