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26/maio/2017

Como posso ajudar meu(s) filho(s) a cuidar dos dentes e evitar cáries?
Ensinar seu filho a cuidar dos dentes desde pequeno é um investimento que trará benefícios para o resto da vida dele. Comece dando o exemplo: cuide bem dos seus próprios dentes. Isto mostra a ele que a saúde bucal é importante. Atitudes que tornam o cuidado com os dentes algo interessante e divertido (como, por exemplo, escovar os dentes junto com ele ou deixá-lo escolher sua própria escova) incentivam a boa higiene bucal.

Para ajudar seu filho a proteger seus dentes e gengiva e para ajudá-lo a reduzir o risco de cáries, ensine-o a seguir os seguintes passos:

  • Escovar pelo menos três vezes ao dia com um creme dental que contém flúor para remover a placa bacteriana (aquela película pegajosa que se forma sobre os dentes e que é a principal causa das cáries).
  • Usar fio dental diariamente para remover a placa que se aloja entre os dentes e abaixo da gengiva, evitando que ela endureça e se transforme em cálculo dental. Depois que o cálculo se forma, só o dentista pode removê-lo.
  • Adotar uma alimentação equilibrada, com pouco açúcar e amido. Estes alimentos produzem os ácidos da placa que causam cáries.
  • Usar produtos que contêm flúor (inclusive o creme dental). Certifique-se de que a água que suas crianças bebem contém flúor. Se a água não contiver flúor, seu dentista ou pediatra poderá prescrever suplementos diários de flúor.
  • Ir ao dentista para exames regulares.

Que técnicas de escovação posso ensinar a meus filhos?
Observe seu filho escovar os dentes. Auxilie-o até que ele se habitue ao seguinte:

  • Use uma pequena quantidade de creme dental com flúor. Não deixe a criança engolir o creme dental.
  • Use uma escova de cerdas macias e escove primeiro a superfície interna de cada dente, onde o acúmulo de placa é geralmente maior. Escove suavemente.
  • Escove a superfície externa de cada dente. Posicione a escova em um ângulo de 45 graus ao longo da gengiva.
  • Escove com movimentos para frente e para trás.
  • Escove a superfície de cada dente usada para mastigar. Escove suavemente.
  • Use a ponta da escova para limpar atrás de cada dente frontal, na arcada superior e inferior.

Quando a criança deve começar a usar o fio dental?
O fio dental remove as partículas de alimentos e placa bacteriana que se instala entre os dentes e que a escova sozinha não consegue retirar. Por isso, comece a usá-lo quando a criança tiver quatro anos. Ao completar oito anos, as crianças já podem usar o fio dental sem auxílio dos pais.

O que é selante dental e como saber se meu filho precisa usá-lo?
O selante dental cria uma barreira altamente eficaz contra as cáries. O selante é uma película fina de plástico (resina) aplicada à superfície dos dentes permanentes posteriores, onde a maioria das cáries se forma. A aplicação do selante não dói e pode ser feita durante uma consulta ao dentista. O dentista poderá informar se é recomendável fazer esta aplicação nos dentes de seu filho.

O que é o flúor e como saber se meu filho está recebendo a quantia certa de flúor?
O flúor é uma das melhores maneiras de evitar as cáries. Trata-se de um mineral natural que se combina com o esmalte dos dentes, fortalecendo-os. Muitas empresas de distribuição de água adicionam a quantia de flúor adequada ao desenvolvimento dos dentes. Para saber se a água que você tem em casa contém flúor e qual a quantidade de flúor que apresenta, ligue para a empresa de distribuição de água no seu município. Se a água que você recebe não tem flúor (ou não contém a quantidade adequada), seu pediatra ou dentista poderá recomendar gotas de flúor ou um enxagüante bucal, além de um creme dental com flúor.

Qual é a importância da alimentação na saúde bucal da criança?
Para que seu filho desenvolva dentes resistentes, é necessário que ele tenha uma alimentação equilibrada. Sua alimentação deve conter uma ampla variedade de vitaminas e sais minerais, cálcio, fósforo e níveis adequados de flúor.

Assim como o flúor é o maior protetor dos dentes do seu filho, as guloseimas são seu maior inimigo. Os açúcares e amidos que fazem parte de vários tipos de alimentos e de bolachas, biscoitos, doces, frutas secas, refrigerantes e batata frita combinam-se com a placa bacteriana produzindo substâncias ácidas. Estas substâncias atacam o esmalte e podem formar cáries.

Cada “ataque” pode durar até 20 minutos, após o término da ingestão do alimento. Até as “beliscadas” podem criar ataques ácidos da placa. Portanto, é recomendável não comer entre as refeições.

O que fazer se meu filho quebrar um dente?
Em qualquer caso de ferimento na boca, você deve comunicar-se imediatamente com o dentista. Ele fará um exame na área afetada e determinará o tratamento adequado. Você pode dar um analgésico para evitar que a criança sofra até chegar ao consultório.

Se possível, guarde a parte quebrada do dente e mostre-a ao dentista. No caso de cair o dente em razão de um acidente, leve-o ao dentista o mais rápido possível. Evite tocar muito no dente e procure não limpá-lo. Coloque-o em água ou leite até chegar ao consultório do dentista*. Em alguns casos é possível reimplantá-lo.

* Pode ser que seja possível recolocá-lo na boca de seu filho através do procedimento de reimplante.

 

Fonte: Colgate


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25/maio/2017

Em saúde, a variabilidade nos cuidados prestados é uma das principais causas de erros médicos evitáveis. Isso quer dizer que, muitas vezes, a mesma doença pode ser tratada de maneiras diferentes, trazendo resultados diferentes na jornada do paciente. Nem sempre os melhores.

“Profissionais de saúde devem entregar cuidados seguros e de alta qualidade, o que exige uma redução significativa na variabilidade”, explica Peter Edelstein, Chief Medical Officer da Elsevier. Ele está em São Paulo para participar do II Simpósio Internacional de Qualidade e Segurança do Paciente.

Dr. Peter Edelstein é considerado um dos principais impulsionadores da reforma do setor da saúde em todo o mundo. Ele abraçou a missão de disseminar a utilização da tecnologia para alcançar valores de saúde consistentes, sustentáveis e de alto valor agregado, por intermédio do acesso à informação de qualidade.

De acordo com o especialista, as Soluções de Apoio a Decisão Clínica (CDS, sigla em inglês) fornecem informações atuais, confiáveis e baseadas em evidências diretas ao ponto de atendimento a médicos, enfermeiros, profissionais de saúde no geral e pacientes. Assim, as “melhores abordagens” podem ser consideradas em todos os momentos e em todas as configurações dos cuidados aos pacientes. As ferramentas CDS capacitam os profissionais de saúde a reduzir drasticamente os erros médicos evitáveis, diminuindo a variabilidade perigosa presente nos cuidados de saúde de hoje.

“Não significa que os profissionais de saúde não devam usar sua formação e experiência nas recomendações. No entanto, é importante que considerem a utilização de informações atuais, confiáveis, baseadas em evidências ao tomar decisões de saúde”, explica.

Fonte: Saúde Business


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24/maio/2017

Começaram a valer as novas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para cancelamento do contrato do plano de saúde a pedido do beneficiário. A Resolução Normativa nº 412 se aplica aos chamados planos novos, ou seja, aos contratos celebrados após 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656, de 1998. Antes dessa norma, não havia regras específicas sobre o tema. Com essa resolução, a ANS padroniza esse tipo de operação e oferece mais clareza, segurança e previsibilidade ao consumidor.

A norma estipula regras para o cancelamento de acordo com cada tipo de contratação do plano (individual, coletivo empresarial ou coletivo por adesão), define responsabilidades das partes envolvidas, obriga as operadoras a emitirem comprovante de ciência do pedido de cancelamento e determina os prazos para entrega de tais comprovantes. O objetivo da ANS ao editar a norma é extinguir possíveis ruídos na comunicação entre beneficiário e operadora no momento em que o primeiro manifesta sua vontade de cancelar o contrato de plano de saúde para si ou para seus dependentes e assegurar os direitos dos consumidores.

“Essa medida é um avanço importante, pois deixa claro como o beneficiário deve fazer para obter o cancelamento do plano e estabelece o fluxo dessa solicitação. Garante, assim, mais segurança nesse tipo de operação, protegendo o beneficiário”, enfatiza Karla Santa Cruz Coelho, diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS.

Para facilitar a compreensão das normas, a ANS elaborou uma cartilha sobre o assunto. O material está disponível no site da Agência. Confira aqui. Também foram elaboradas perguntas e respostas para esclarecer as principais dúvidas relacionadas ao tema. Acesse aqui.


Plano individual ou familiar

O cancelamento do contrato de plano de saúde individual ou familiar poderá ser solicitado pelo titular das seguintes formas: presencialmente, na sede da operadora, em seus escritórios regionais ou nos locais por ela indicados; por meio de atendimento telefônico disponibilizado pela operadora; ou por meio da página da operadora na internet – neste caso, a operadora deverá disponibilizar em seu portal corporativo acesso ao Portal de Informações do Beneficiário da Saúde Suplementar (PIN-SS), nos termos previstos na RN nº 389, de 26 de novembro de 2015.

Feito o pedido de cancelamento, a operadora é obrigada a prestar de imediato esclarecimentos sobre as consequências da solicitação e deverá fornecer ao beneficiário comprovante do recebimento do pedido. A partir desse momento, o plano de saúde estará cancelado para o titular e seus dependentes, quando houver, ou para um ou mais de seus dependentes, caso o titular tenha apenas solicitado a exclusão de dependentes.


Plano coletivo empresarial

O beneficiário titular poderá solicitar à empresa em que trabalha, por qualquer meio, o cancelamento ou a exclusão de dependente do contrato de plano de saúde coletivo empresarial. A empresa deverá informar à operadora, para que esta tome as medidas cabíveis, em até 30 dias. Caso a empresa não cumpra tal prazo, o beneficiário poderá solicitar o cancelamento diretamente à operadora, que terá a responsabilidade de fornecer ao consumidor o comprovante de recebimento da solicitação – ficando o plano cancelado a partir desse momento.


Plano coletivo por adesão

O beneficiário titular poderá solicitar o cancelamento ou a exclusão de dependente do contrato coletivo por adesão à pessoa jurídica contratante do plano. Neste caso, a solicitação será encaminhada à operadora, para adoção das providências cabíveis – o cancelamento somente terá efeito a partir de sua ciência. Mas o beneficiário também pode comunicar a sua intenção à administradora de benefícios (quando a possibilidade figurar no contrato firmado entre a pessoa jurídica contratante e a operadora) ou ainda diretamente à operadora – nestes dois casos, o plano terá cancelamento imediato após o fornecimento do comprovante de recebimento da solicitação.

Obrigações das operadoras diante de pedido de cancelamento de qualquer modalidade de plano

Após receber a solicitação do cancelamento, a operadora ou administradora de benefícios deverá prestar de forma clara e precisa as informações listadas abaixo:

  1. O eventual ingresso em novo plano de saúde poderá importar:
    • No cumprimento de novos períodos de carência;
    • Na perda do direito à portabilidade de carências, caso não tenha sido este o motivo do pedido;
    • No preenchimento de nova declaração de saúde e, caso haja doença ou lesão preexistente (DLP), no cumprimento de Cobertura Parcial Temporária (CPT) que determina, por um período ininterrupto de até 24 meses a partir da data da contratação ou adesão ao novo plano, a suspensão da cobertura de Procedimentos de Alta Complexidade (PAC), leitos de alta tecnologia e procedimentos cirúrgicos;
    • Na perda imediata do direito de remissão, quando houver, devendo o beneficiário arcar com o pagamento de um novo contrato de plano de saúde que venha a contratar.
  2. Efeito imediato e caráter irrevogável da solicitação de cancelamento do contrato, a partir da ciência da operadora ou administradora de benefícios;
  3. Contraprestações pecuniárias vencidas e/ou eventuais coparticipações devidas, nos planos em pré-pagamento ou em pós-pagamento, pela utilização de serviços realizados antes da solicitação de cancelamento ou exclusão do plano de saúde, são de responsabilidade do beneficiário;
  4. Despesas decorrentes de eventuais utilizações dos serviços pelos beneficiários após a data de solicitação de cancelamento do plano de saúde, inclusive nos casos de urgência ou emergência, correrão por sua conta;
  5. A exclusão do beneficiário titular do contrato individual ou familiar não extingue o contrato, sendo assegurado aos dependentes já inscritos o direito à manutenção das mesmas condições contratuais, com a assunção das obrigações decorrentes;
  6. A exclusão do beneficiário titular do contrato coletivo empresarial ou por adesão observará as disposições contratuais quanto à exclusão ou não dos dependentes, conforme o disposto no inciso II do parágrafo único do artigo 18, da RN nº 195, de 14 de julho de 2009, que dispõe sobre a classificação e características dos planos privados de assistência à saúde.

Essas informações devem ser disponibilizadas pelo atendente da operadora ou administradora de benefícios no momento da solicitação realizada de modo presencial ou através dos canais destas entidades previstos na RN nº395/16; ou constar do comprovante de recebimento da solicitação de cancelamento do contrato a ser fornecido pela operadora ou administradora de benefícios.

“O cancelamento pode ser feito independentemente do adimplemento contratual. As operadoras que deixarem de cumprir as normas determinadas na resolução estarão sujeitas ao pagamento de multa no valor de R$ 30 mil”, acrescenta a diretora Karla Coelho, que também destaca a importância do entendimento do beneficiário diante de sua decisão de cancelamento do plano: “É preciso entender que, a partir do momento em que a operadora toma ciência do pedido, o plano estará cancelado”.

Também vale destacar que a partir do fornecimento do comprovante de recebimento da solicitação de cancelamento, a operadora ou a administradora de benefícios deverá encaminhar ao consumidor, no prazo de dez dias úteis, o comprovante do efetivo cancelamento do contrato ou desligamento do beneficiário. Tal comprovante deverá informar as eventuais cobranças de serviços pela operadora ou administradora de benefícios.

O pedido de cancelamento dos contratos individuais ou familiares não exime o beneficiário do pagamento de multa rescisória, quando prevista em contrato, se a solicitação ocorrer antes da vigência mínima de doze meses, observada a data de assinatura da proposta de adesão.


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23/maio/2017

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou mais uma possibilidade de consulta sobre o setor de planos de saúde em seu site na internet. A Sala de Situação – painel interativo que apresenta um panorama do setor – ganhou nova funcionalidade, e agora permite que o internauta conheça o perfil e acompanhe a evolução dos beneficiários segundo diversos aspectos.

É possível analisar os dados por época e tipo de contratação, segmentação e cobertura do plano, sexo, faixa etária e área de residência (região, estados e municípios) dos beneficiários e por operadora. Também é possível verificar a quantidade de cancelamentos e adesões, ou seja, a entrada e saída de beneficiários do mercado, uma informação até então inédita para o setor. Os dados são atualizados mensalmente e é disponibilizada a série histórica de 12 meses.

Entre as vantagens da nova ferramenta, destacam-se a facilidade de navegação e a versatilidade, já que permite a realização de pesquisas multidimensionais e vários cruzamentos e análises interessantes para pesquisadores, gestores, entidades e profissionais do mercado e jornalistas. Em breve, serão acrescentadas novas categorias de pesquisa (operadoras, planos de saúde e demandas dos consumidores), oferecendo assim um painel completo sobre a saúde suplementar. Também está prevista a ampliação da série histórica para 60 meses.

Para utilizar a ferramenta, basta acessar a Sala de Situação, na área Dados do Setor, no site da ANS. A novidade está na aba chamada “Caderno 2.0”, uma referência ao Caderno de Informação da Saúde Suplementar editado trimestralmente pela Agência.

A Sala de Situação é um painel que mostra um panorama do setor mês a mês, com informações sobre número de beneficiários, de operadoras e de planos de saúde disponíveis, demandas dos consumidores (reclamações e pedidos de informação) e receitas e despesas das empresas. Também podem ser consultados dados específicos por Unidade Federativa e por operadora. A área apresenta tanto uma visão global como um panorama individualizado das operadoras de planos de saúde em atividade.

Dados de abril estão disponíveis

O número de beneficiários em planos de assistência médica e odontológica e demais dados relacionados ao setor relativos a abril estão disponíveis para consulta na Sala de Situação.

Nesse mês, o setor registrou 47.544.319 beneficiários em planos médico-hospitalares e 22.570.246 em planos exclusivamente odontológicos.

FOnte: Saúde Business


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22/maio/2017

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em até 13,55% o índice de reajuste a ser aplicado aos planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2017 e abril de 2018. O percentual é válido para os planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98 e atinge cerca de 8,2 milhões de beneficiários, o que o que representa 17,2% do total de 47,5 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil, de acordo com dados referentes a abril de 2017. A decisão está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (19/05).

Os beneficiários de planos individuais devem ficar atentos aos seus boletos de pagamento e observar:

  • Se o percentual de reajuste aplicado é igual ou inferior ao definido pela ANS;
  • Se a cobrança com o índice de reajuste está sendo feita a partir do mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado.

É importante destacar que somente as operadoras autorizadas pela ANS podem aplicar reajustes, conforme determina a Resolução Normativa nº 171/2008.

Clique aqui para verificar se sua operadora está autorizada.

Em caso de dúvidas, os consumidores podem entrar em contato com a ANS por meio de seus canais de atendimento:

  • Disque ANS (0800 701 9656);
  • Central de Atendimento ao Consumidor, no endereço eletrônico www.ans.gov.br;
  • Pessoalmente, em um dos 12 Núcleos de Atendimento existentes nas cinco regiões do país.

Veja como será aplicado o reajuste

O índice de reajuste autorizado pela ANS pode ser aplicado somente a partir da data de aniversário de cada contrato.

É permitida a cobrança de valor retroativo em tantos quanto forem os meses de defasagem entre a aplicação e a data de aniversário.

Se o mês de aniversário do contrato é maio, será permitida cobrança retroativa, conforme a RN 171/2008. Nesse caso, a mensalidade de junho (se o aniversário do contrato for em maio) será acrescida do valor referente à cobrança retroativa de maio. Para os contratos com aniversário entre os meses de junho de 2017 e abril de 2018 não poderá haver cobrança retroativa.

Deverão constar claramente no boleto de pagamento o índice de reajuste autorizado pela ANS, o número do ofício de autorização da ANS, nome, código e número de registro do plano, bem como o mês previsto para aplicação do próximo reajuste anual.

Confira nos exemplos abaixo como é aplicado o reajuste:

Obs.: Para os contratos com data de aniversário em maio ou junho, caso o beneficiário receba o boleto de junho sem o reajuste de 2017, será permitida a cobrança retroativa iniciada no mês de julho.

 

Fonte: Portal ANS


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19/maio/2017

Utilizado há muito tempo como chá medicinal na África, Ásia e Caribe, o chá de hibisco vem sendo descoberto pelo restante do mundo graças aos diversos benefícios que traz à saúde.

Além de ser rica em compostos antioxidantes, a bebida preparada com o cálice da planta conhecida como Hibiscus sabdariffa tem ação diurética e pode ser uma grande aliada da perda de peso.

Confira estes e outros benefícios do chá de hibisco, e saiba também como tomar a saborosa infusão para obter melhores resultados.

Conheça a planta

Como mencionado acima, o chá de hibisco é obtido a partir da infusão do cálice do botão seco da flor Hibiscus sabdariffa, e não daquele tipo de hibisco encontrado habitualmente em jardins (que também pertencem ao gênero Hibiscus, mas são das espécies Hibiscus rosa-sinensis e Hibiscus syriacus).

 O chá de hibisco tem coloração rosada e sabor agradável- próximo ao da framboesa- e, ao contrário da maioria dos chás, é servido frio.

Para Que Serve

Na antiguidade, faraós egípcios tomavam chá de hibisco para refrescar e controlar a temperatura corporal. No Irã, as flores de hibisco são utilizadas para acalmar a mente e melhorar problemas de sono.

Mais recentemente, o chá de hibisco tem sido utilizado para queimar gordura, reduzir o inchaço, melhorar o funcionamento intestinal e controlar o colesterol.

Como é diurético, o chá de hibisco também serve para baixar a pressão arterial e proteger as funções dos rins e do fígado.

Propriedades

O chá de hibisco é pouco calórico (100 gramas de flores secas fornecem 37 calorias, mas você vai utilizar uma quantidade infinitamente menor para preparar uma xícara da bebida), mas contém muitos nutrientes essenciais à saúde.

Flavonóides – como as antocianinas e a quercetina – são os responsáveis por boa parte dos benefícios do chá de hibisco, mas as flores também são fontes de vitaminas, minerais, carboidratos e proteínas.

Principais nutrientes do chá de hibisco:

  • Minerais: ferro, magnésio, potássio, fósforo, cobre e cálcio;
  • Vitaminas: A, C, tiamina (B1), riboflavina (B2) e ácido fólico;
  • Ácidos orgânicos: entre 15 e 30% do chá de hibisco é composto por substâncias como os ácidos málico, tartárico e cítrico, três tipos de fitonutrientes que servem para fortalecer o sistema imunológico e melhorar a saúde da pele.

Fibras e gorduras também estão presentes nas flores de hibisco, mas em quantidade muito pequena. O chá também não contém colesterol e não é fonte de cafeína.

Benefícios do chá de hibisco

Veja a seguir como as propriedades do hibisco proporcionam benefícios para saúde e boa forma. Então, para que serve o hibisco afinal?

1. Perda de Peso

Um dos principais motivos pelos quais o chá de hibisco vem ganhando os holofotes do mundo fitness – sendo inclusive endossado por uma série de famosos – é a sua ação no metabolismo.

De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Ethnopharmacology, o hibisco foi responsável por uma redução no ganho de peso em ratos obesos. O mecanismo emagrecedor do hibisco ainda não é totalmente conhecido, mas acredita-se que o chá ajuda a emagrecer porque:

  • Reduz a glicemia, dificultando o acúmulo de gordura;
  • Dificulta a síntese de novas células de gordura;
  • Diminui os níveis do colesterol LDL e dos triglicérides;
  • Inibe enzimas pancreáticas;
  • Possui efeito termogênico (acelera o metabolismo);
  • Bloqueia uma enzima envolvida na síntese de ácidos graxos.

Outra pesquisa publicada em 2014 no periódico Food & Function confirma estas propriedades do hibisco. No estudo humano, cientistas constataram que o extrato de hibisco reduz a obesidade e inibe o acúmulo de gordura.

Na pesquisa realizada por cientistas taiwaneses, foi evidenciado que participantes que consumiram o extrato durante 12 semanas tiveram uma redução no peso, índice de massa corporal, percentual de gordura e circunferência abdominal.

Outro efeito do hibisco foi o de melhorar a função do fígado na presença da esteatose hepática. Para os autores do estudo, estes efeitos do chá de hibisco podem ser atribuídos aos polifenóis da flor.

Por último, uma pesquisa desenvolvida na Hokkaido University, do Japão, demonstrou que o hibisco inibe a alfa-amilase, uma enzima que converte o amido em açúcar. Isso significa que o chá de hibisco após as refeições pode ajudar a reduzir a absorção dos carboidratos, efeito que por sua vez também contribui para a perda de peso.

2. Redução do Colesterol

Nada menos que 80 milhões de brasileiros estão com taxas elevadas de colesterol, e a má notícia é que esse número não para de aumentar. Má alimentação, sedentarismo, estresse e fatores hereditários têm se combinado para deixar mais de um terço da população com o colesterol LDL acima da faixa ideal.

É claro que a melhor maneira de baixar o colesterol é cuidar da dieta e praticar exercícios, mas algumas alternativas – como o uso de determinadas plantas – podem ser de grande auxílio. Uma destas é exatamente o hibisco, que comprovadamente reduz a concentração das lipoproteínas de baixa densidade na circulação.

Estudos demonstram que os antioxidantes e bioflavonóides presentes nas flores de H. sabdariffa ajudam a melhorar os valores de LDL ao mesmo tempo em que restabelecem as taxas de HDL, o bom colesterol.

Pesquisadores taiwaneses publicaram em 2007 no Nutrition Research um teste clínico onde foi observado que voluntários que receberam cápsulas com extrato de hibisco apresentaram uma redução de 8,3 a 14,4% no colesterol em apenas um mês de uso do composto.

Outro trabalho científico, que contou com a participação de 222 pacientes, demonstrou que aqueles que apresentavam síndrome metabólica e receberam extrato de hibisco tiveram uma grande redução do colesterol total e LDL – e ao mesmo tempo, as taxas de HDL – o bom colesterol – se elevaram na circulação.

Os voluntários que combinaram o tratamento de hibisco com uma dieta também viram seus níveis de triglicérides decaírem significativamente, evidenciando o efeito cardioprotetor do chá de hibisco.

3. Ajuda na Prevenção do Diabetes e da Síndrome Metabólica

Ao lado da hipertensão e dos níveis elevados de LDL, o excesso de açúcar no sangue faz parte de um conjunto de condições que compõem a síndrome metabólica. O termo se refere a fatores de risco metabólico que se manifestam em uma pessoa e elevam as chances de desenvolver diabetes e complicações cardíacas.

Além de prestar atenção às taxas de colesterol e reduzir os depósitos de gordura abdominal, controlar os níveis de glicose é outra maneira de evitar a síndrome metabólica, condição que afeta cerca de 20% da população.

No mesmo estudo (citado acima) desenvolvido no México com 222 participantes, pesquisadores observaram que o hibisco auxilia no controle da glicemia e melhora a resistência à insulina, duas condições fundamentais para a prevenção do diabetes.

4. Reduz a Pressão

Ao estimular a função renal, o chá de hibisco favorece a eliminação do excesso de líquidos, reduzindo o volume de sangue e diminuindo a pressão arterial. Em uma pesquisa divulgada no Phytomedicine, constatou-se que voluntários que tomaram chá de hibisco preparado com 10 gramas do cálice desidratado da Hibiscus sabdariffa apresentaram uma redução na pressão arterial.

De acordo com outro estudo, desta vez publicado no Journal of Human Hypertension, o consumo regular de chá de hibisco pode ajudar a reduzir a pressão sistólica em até 7.2 pontos.

Publicada em 2015 no Indian Journal of Pharmacology, uma pesquisa nigeriana encontrou resultados semelhantes. Ao comparar os efeitos do chá de hibisco com o lisinopril (um tipo de medicamento utilizado para tratar a hipertensão) em diabéticos hipertensos, cientistas observaram que ambos reduziram a pressão arterial em mais de 30% em relação ao placebo.

Isso significa que o hibisco é tão eficaz quanto o medicamento no tratamento da hipertensão – efeito que, segundo os pesquisadores, pode ser atribuído novamente à presença das antocianinas no chá.

5. É Diurético

Com base na literatura científica disponível até o momento, pesquisadores têm observado que o efeito diurético do chá de hibisco se deve à atuação da H. sabdariffa como uma antagonista da aldosterona.

Produzida no córtex das glândulas adrenais, a aldosterona é um hormônio que controla a retenção de sódio e a eliminação de potássio pelos rins, contribuindo assim para a manutenção do equilíbrio hídrico do nosso organismo.

Para aqueles que pensam em utilizar o chá de hibisco para emagrecer, isso significa que, além de estimular a queima de gordura, a bebida ainda elimina o excesso de líquidos, baixando o ponteiro da balança e reduzindo o inchaço abdominal.

6. Melhora a Função intestinal

O chá de hibisco é levemente laxante, uma vez que seus compostos ativos melhoram a digestão e favorecem o trânsito intestinal. Para melhores resultados com o chá de hibisco, tome uma xícara do líquido logo ao acordar, ainda em jejum.

Os fitonutrientes do hibisco irão “despertar” as funções renais e hepáticas, ao mesmo tempo em que o volume de água estimula os movimentos intestinais, favorecendo a eliminação das fezes.

7. Pode prevenir o câncer

Assim como outros alimentos ricos em antioxidantes, o hibisco contém fitonutrientes que podem retardar o crescimento de células cancerígenas através de uma redução na quantidade de radicais livres na circulação.

Uma pesquisa desenvolvida pelo Departamento e Instituto de Bioquímica da Chung Shan Medical and Dental College, em Taiwan, sugere que o ácido protocatequínico do hibisco atua como um antioxidante e antitumoral, induzindo a apoptose (morte celular programada) das células tumorais.

8. Antioxidante

O chá de hibisco serve não apenas para reduzir as medidas como também para manter a saúde. Os antioxidantes das flores de hibisco têm um papel importante na redução nos danos celulares causados pelo estresse oxidativo.

Embora os radicais livres sejam comumente associados ao envelhecimento da pele, este não é o único mal que podem causar à saúde: o excesso de substâncias tóxicas também enfraquece o sistema imunológico e predispõe o organismo a doenças – sobretudo aquelas que envolvem a perda progressiva dos neurônios (leia-se Parkinson, Alzheimer).

Podemos portanto afirmar que o chá de hibisco serve para combater os radicais livres, reduzir as inflamações e prevenir doenças neurodegenerativas.

9. Protege o fígado

Alguns estudos têm analisado os efeitos do chá de hibisco sobre o fígado e os resultados preliminares têm sido promissores. Em uma pesquisa publicada no Food and Chemical Toxicology, as folhas de hibisco foram responsáveis por uma redução nos danos oxidativos causados ao órgão, e os antioxidantes da planta também reduziram a inflamação hepática.

Além de prevenir futuros problemas no fígado, estas propriedades do chá de hibisco também ajudam a tratar a doença hepática já instalada.

– Outros benefícios

Além das propriedades acima, o chá do hibisco é bom para:

  • Diminuir as cólicas menstruais;
  • Acalmar o sistema nervoso e reduzir o estresse;
  • Melhorar a digestão;
  • Combater infecções fúngicas e bacterianas;
  • Fortalecer o sistema imunológico;
  • Melhorar a função cerebral (aumenta a memória e a concentração);
  • Diminuir a vontade de comer doces: como melhora a sensibilidade à insulina, o chá de hibisco reduz a variação glicêmica e pode ser utilizado para afastar a compulsão por carboidratos refinados.

Contraindicações

Como reduz a pressão arterial, o chá de hibisco deve ser evitado por pessoas com pressão naturalmente baixa. O chá também é contraindicado para gestantes, pois há indícios de que as flores de H. sabdariffa podem estimular a menstruação.

Efeitos Colaterais

  • O hibisco reduz os níveis de estrógeno: pessoas que estejam passando por terapia de reposição hormonal e mulheres que façam uso de pílula anticoncepcional devem tomar cuidado ao tomar o chá de hibisco diariamente;
  • Fertilidade: de acordo com um estudo desenvolvido na Índia, o hibisco pode alterar a atividade reprodutiva feminina, dificultando a concepção;
  • Efeitos alucinatórios: há relatos de possível intoxicação e sensação de alucinação após o consumo do chá de hibisco;
  • Hipotensão: o chá de hibisco pode baixar excessivamente a pressão arterial;
  • Mal estar: fraqueza, escurecimento da visão e tonturas (devido à eliminação excessiva de eletrólitos);
  • Interação medicamentosa: o chá de hibisco pode reduzir a eficácia do acetaminofeno (é recomendável esperar duas horas após a ingestão do remédio antes de tomar o chá) e é possível que também interfira com a ação de medicamentos anticancerígenos.

Como Fazer Chá de Hibisco

Confira como preparar o chá de hibisco para obter melhores resultados:

  • Aqueça 500 ml de água e desligue tão logo se inicie a fervura;
  • Acrescente 1 colher de folhas secas de hibisco à agua e abafe por 5-10 minutos;
  • Sirva frio ou gelado.

Se quiser aumentar o efeito termogênico do chá de hibisco, acrescente raspas de gengibre à bebida já pronta.

Como Tomar

A sugestão de preparo do chá de hibisco listada acima rende 2 xícaras da bebida, que podem ser tomadas pela manhã ou entre as refeições. Como o objetivo do chá é melhorar o metabolismo e também desintoxicar o organismo, evite o uso de açúcar e adoçante.

Para minimizar a incidência de possíveis efeitos colaterais, evite tomar mais que duas ou três xícaras de chá ao dia. Também é aconselhável intercalar uma semana sem o chá a cada 15 dias de consumo diário da bebida.

Onde encontrar

Você pode encontrar as folhas desidratadas de H. sabdariffa em lojas de produtos naturais, ou então em sites especializados online. O preço do chá de hibisco é de aproximadamente R$7,00 pela embalagem com 100 gramas de flores secas.

Fonte: Mundo Boa Forma


ENDEREÇO

Rua Jacira Reis, 1019 – Conj. Kissia – Dom Pedro
Manaus – AM, 69040-270

Torre Norte, Av. das Nações Unidas, 12901 – Brooklin Paulista
São Paulo, 04578-910

Rua Dr. João Colin, n°1285 – América
Joinville – SC, 89204-001

CONTATO

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