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07/jun/2017

Confortar seus filhos com alimentos como fast-foods e açucarados, quando estão tristes e irritados, faz com que eles se acalmem por um tempo, mas isso pode contribuir para o que especialistas chamam de “comer emocional”, um hábito associado ao ganho de peso e a distúrbios alimentares, tais como bulimia e compulsão alimentar. Veja como evitar essa cilada.

“O uso de comida rica em gordura, sobremesas e outros alimentos açucarados para consolar as crianças pode levá-las a comer em excesso e à compulsão alimentar”, alerta a psicóloga Silje Steinsbekk, da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, coautora de um estudo recente sobre o “comer emocional”.

Por meio de pesquisa – publicada na revista científica “Child Development” –, os autores analisaram os hábitos alimentares de mais de 800 crianças, de 4 a 10 anos de idade, na Noruega. Dentre elas, dois terços apresentaram sinais de que comiam para se sentirem melhor. Além disso, ficavam mais reconfortadas quando recebiam a comida dos pais. “Não há motivo para preocupação em usar eventualmente uma guloseima para confortar o seu filho, mas isso não pode virar rotina ou ser a única estratégia”, afirma a cientista.

Melissa Kay, pesquisadora na Universidade da Carolina do Norte, compartilha do mesmo pensamento. “Há melhores formas de lidar com o desconforto das crianças. Tristeza e raiva são emoções normais. Em vez de usar a comida para consolar seus filhos, ensine-os outras maneiras de lidar com as frustrações. Colocar em prática a disciplina positiva – educar com respeito sem bater, sem humilhar – não é fácil, e pode levar a mais lágrimas e birras num primeiro momento, mas os pais não devem ter medo de lidar com essa situação”, diz Melissa.

A psicóloga Valéria Lemos Palazzo, Fundadora e Coordenadora do Grupo de Apoio e Tratamento dos Distúrbios Alimentares e Ansiedade (GATDA), diz que a maioria dos comedores emocionais se sente impotente frente aos seus desejos por comida. E que a fome emocional pode ser tão poderosa que é fácil confundi-la com a fome física.

 


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06/jun/2017

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Universidade Aberta da Terceira Idade (UnATI/UEA – Unidade do estado do Amazonas) promoveram na terça-feira (30/05) a oficina Idoso Bem Cuidado na Região Norte. O encontro contou com a participação de mais de 50 pessoas, entre elas representantes de planos de saúde, prestadores e estudantes.

A especialista em regulação da ANS, Daniele Silveira, reforçou que o programa faz parte de uma ação maior da Agência que é a de indução da qualidade na Saúde Suplementar. “Além do Idoso Bem Cuidado, a ANS também atua em projetos de qualidade voltados para o parto, odontologia e oncologia. Acreditamos no potencial de expansão deste projeto voltado para os idosos, em Manaus, devido ao trabalho desenvolvido pelo UnaTI, que é reconhecido mundialmente”, afirmou Daniele.

Elorides Brito, coordenadora Unati/UEA, explicou que o encontro foi uma oportunidade de trocar experiências. “A oficina foi uma oportunidade de discutirmos a problemática do setor, as dificuldades e as facilidades de implementar este projeto na região norte como um todo”, disse.

Na ocasião, duas operadoras de planos de saúde participantes do projeto foram convidadas a apesentar os resultados de seus pilotos. Além de economicamente benéfica, a aplicação do projeto trouxe ganhos a saúde da população atendida, pois foram realizados diagnósticos precoces e tratamentos domiciliares de infecção de escara, infecção intestinal e do trato urinário.

Ao final do encontro os participantes se dividiram em grupos e elaboraram um documento de orientações para a ANS em relação às próximas ações do projeto Idoso Bem Cuidado.


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05/jun/2017

O atual peso regulatório no Brasil prejudica a competitividade do setor de Saúde Suplementar e o acesso da sociedade ao serviço – tal situação se reflete em diversos outros setores da economia. Esta foi uma das conclusões do primeiro Workshop de Análise do Impacto Regulatório, promovido pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) realizado, nesta quinta-feira (01), no Rio de Janeiro, que reuniu autoridades e especialistas do setor, além de representantes da ANS, Anatel, Ancine, Inmetro e Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Na abertura do evento, a presidente da FenaSaúde, Solange Beatriz, destacou a necessidade de diálogo e disseminação de conhecimento sobre regulação neste momento: “Debater a Análise de Impacto Regulatório é tarefa urgente para o Estado brasileiro, não só na saúde, devido ao ambiente de intensa regulação em que as empresas se subordinam. A grande quantidade de leis, normas e regulamentos nem sempre são acompanhadas por melhorias que as justifiquem”.  A difusão de normas sem a real avaliação de impacto tem um efeito colateral nocivo aos planos de saúde, que se traduz na escalada das despesas. “O descompasso entre custos da saúde e a capacidade de pagamento da sociedade só aumenta. Para enfrentar os diversos problemas estruturais do setor, temos que debater temas, dentre os quais o Rol de Procedimentos Mínimos e a política de reajuste, com um olhar e a ponderação da Análise de Impacto Regulatório. É preciso voltar às origens e avaliar se a regulação está efetivamente reduzindo falhas de mercado ou se transformando em falhas de regulação, que introduzem ainda mais distorções e custos ao setor”, afirmou Solange Beatriz.

Para Marcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), é necessário o desenvolvimento de um modelo de mensuração de regulação no Brasil: “As agências reguladoras têm condições de avançar em modelos de avaliação de impacto regulatório, que está muito evoluído fora do país. Hoje, o nosso padrão de regulação não é seguido de um esforço de avaliação de impacto que mostre, por exemplo, a dificuldade de implementação de uma norma. Defendemos uma regulação que permita mais acesso da população ao serviço, o que não se trata de uma regulação frouxa. De forma excessiva, torna-se um obstáculo ao setor”.

O diretor-presidente substituto da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Leandro Fonseca da Silva, informou que está em curso no órgão regulador um levantamento de boas práticas sobre a avaliação do impacto regulatório: “Estamos buscando análises quantitativas para mensurar custos e benefícios das normas, para facilitar a tomada de decisão. Outra medida será a avaliação de impacto regulatório do legado, com a finalidade de saber se a norma implementada está atingindo o objetivo proposto. Esse tipo de evento auxilia na discussão de como aprimorar o nosso processo regulatório”.


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02/jun/2017

Pães, cereais, arroz e massas possuem algo em comum: são todos feitos de grãos. Qualquer alimento feito de trigo, arroz, aveia, milho ou outro cereal é um produto que utiliza grãos.

Os produtos derivados de grãos integrais oferecem benefícios importantes à saúde, pois contêm fibras, antioxidantes, fitonutrientes, vitaminas e minerais, que quando juntos no alimento integral, interagem de maneira eficiente, ajudando a proteger sua saúde, além de auxiliar no emagrecimento.  A melhor forma de adicioná-los é em frutas, iogurtes, saladas, sucos e sopas. A quantidade recomendada é de uma colher de sopa em cada refeição.

Conheça alguns desses grãos e seus benefícios:

chia quando o assunto é dieta. O grão não promove picos de insulina no sangue, facilita o aproveitamento da glicose pelas células e evita que o açúcar fique sobrando na circulação. A chia é rica em ômega 3, que combate a inflamação, ajuda na perda, além de reduzir o colesterol ruim e triglicérides.

 

A linhaça é rica em fibras, regula o intestino, diminui a ansiedade e a inflamação em células de gordura. Uma das finalidades da linhaça é a de ocupar o espaço no estômago e impedir que seja esvaziado rapidamente. Sem contar que as fibras existentes no grão também estimulam a produção de hormônios ligados à saciedade, que avisam ao cérebro que você está satisfeito.

 

farinha de feijão branco possui uma proteína de reserva chamada de faseolamina. Quando ingerida, a proteína inibe a absorção do carboidrato e retarda a absorção de açúcares no sangue, além de melhorar o aspecto da pele.

 

Quinua é um grão rico em proteína, carboidratos, vitaminas, minerais. Sem contar na excelente quantidade de fibra o que favorece o equilíbrio intestinal, reduz a absorção de gordura, diminui os sintomas da TPM, fonte de vitamina E, D e do complexo B.
Outra vantagem da quinua é não ter o glúten em sua composição, dessa forma as pessoas com intolerância ao glúten, a chamada doença celíaca, também podem desfrutar deste alimento.

 

Amaranto é um cereal que auxilia na perda de peso, reduz o nível de colesterol no sangue, é rico em cálcio o que auxilia o fortalecimento dos  ossos. Alem de combater envelhecimento precoce da pele, é uma fonte de cálcio biodisponível.

 

Arroz: Entre as suas variedades o arroz integral deve ser preferido ao grão polido, já que retém todos os seus minerais, vitaminas e fibras. O arroz integral de grão longo é leve e solto, e seu sabor aproxima-se mais ao sabor do arroz branco a qual tantas pessoas estão habituadas. O arroz integral de grão curto tem uma textura mais grossa e um sabor mais acentuado; demora mais para cozinhar do que o arroz branco. O arroz integral é um alimento rico em vitaminas do complexo B e proporciona ainda pequenas quantidades de cálcio e de fósforo. O arroz branco, sem as camadas exteriores do grão original, consiste principalmente em amido com um pouco de proteína. Atualmente encontramos diversos produtos derivados do arroz, farinha, macarrão, farelo, biscoitos.

 

É necessário  cuidado quando iniciar o uso, já que o intestino não está habituado aos grãos, pois os mesmos em excesso produzirão gases e desconforto abdominal.

Dicas:

– Comece o dia consumindo no café da manhã pães integrais ou misturas de cereais como granolas;

– Utilize massas de trigo integral. Algumas massas são feitas com uma mistura de farinha de trigo integral e farinha branca. Elas podem ser um bom começo se você tiver problemas para acertar a textura de massas somente de trigo integral;

– Acrescente flocos de cereais, como cevada, arroz, milho, centeio e trigo em sopas, ou grãos cozidos em saladas frias;

– Consuma arroz integral ou experimente combinar arroz branco com integral;

– Ao fazer pães, muffins, biscoitos, cookies ou panquecas , substitua a farinha de trigo por metade de farinha integral ou acrescente aveia, gérmen de trigo ou farelo de cereais;

– Almoce grãos integrais, ou acrescente algum novo atrativo no seu almoço como salpicar em sua salada semente de linhaça farelo de aveia.

– No lanche, polvilhe germe de trigo ou semente de chia no iogurte ou frutas picadas;

– Seja ousado e utilize grãos integrais que nunca experimentou como cevada, triguilho, trigo sarraceno, amaranto e quinua.

 

Fonte: Guia da Semana

 

 


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01/jun/2017

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou em seu portal na internet a terceira edição do boletim sobre o ressarcimento obrigatório feito pelas operadoras de planos de saúde ao Sistema Único de Saúde (SUS). A publicação, que tem periodicidade semestral, informa a quantidade e o valor dos procedimentos realizados por beneficiários de planos na rede pública de saúde; o perfil dos procedimentos mais onerosos; a distribuição segundo estados e municípios; e dados relacionados ao pagamento do ressarcimento pelas operadoras.

Esta edição traz como novidade informações relacionadas à cobrança retrospectiva das APACs referentes ao 2012 e 2013. Em relação aos indicadores, destacam-se o aumento significativo dos valores cobrados no ano de 2016 em comparação com anos anteriores, a consistente diminuição do percentual de impugnação por parte das operadoras e a evolução das melhores e piores pagadoras do ressarcimento.

Os dados do boletim vão desde o 1º até o 59º Aviso de Beneficiário Identificado (ABI), lançado em março de 2017, mas referente a atendimentos realizados até junho de 2015. O ABI é o instrumento usado pela ANS para informar e cobrar as operadoras sobre a identificação de procedimentos realizados por beneficiário de plano de saúde no SUS. Cada ABI corresponde a dados trimestrais.

A identificação de atendimentos de beneficiários é obtida após um cruzamento de dados da ANS e do SUS, por meio dos registros de Autorização de Internação Hospitalar (AIH) e Autorização de Procedimento Ambulatorial (APAC). O resultado do cruzamento é enviado por ABI para as operadoras, que podem acatar a cobrança e quitar a dívida ou contestá-la. O não pagamento do ressarcimento comprovadamente devido pela operadora resulta na inscrição em dívida ativa e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN), bem como na consequente cobrança judicial.

O ressarcimento ao SUS é um importante instrumento regulatório e compreende as atividades de controle do mercado setorial e de proteção dos consumidores de planos de saúde, impedindo a prática de condutas abusivas das operadoras ao zelar pelo fiel cumprimento dos seus contratos.

Confira aqui a íntegra da publicação: Boletim Informativo – Utilização do Sistema Público por Beneficiários de Planos de Saúde e Ressarcimento ao SUS.

Principais números do ressarcimento ao SUS

Em 2016, a ANS cobrou das operadoras mais de R$ 1,16 bilhão referentes ao ressarcimento ao SUS. O valor recorde corresponde a cerca de 1,1 milhão de procedimentos realizados na rede pública e representa um acréscimo de 151,9% do total de procedimentos cobrados em relação ao ano anterior, quando foram cobrados 439.485 procedimentos.

Desde 2001, a ANS arrecadou e repassou ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) mais de R$ 1,6 bilhão relativos ao ressarcimento. Outros R$ 776,33 milhões foram encaminhados para inscrição em dívida ativa. Há também cerca de R$ 1,4 bilhão relativo aos valores que são alvo de processos judiciais que contestam a cobrança ou estão em fase de inscrição em dívida ativa.

Clique aqui para ver as outras edições do boletim.

Confira no infográfico abaixo o fluxo do processo de ressarcimento ao SUS:


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31/maio/2017

O índice de Variação de Custos Médico-Hospitalares, principal indicador utilizado pelo mercado de saúde suplementar como referência sobre o comportamento de custos, registrou alta de 19,4% nos 12 meses encerrados em setembro de 2016. A maior variação para o período (considerando setembro de um ano ante o mesmo mês do ano anterior) registrada pelo indicador produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) desde o início da série histórica, em 2007. A título de comparação, a inflação geral do País, medida pelo IPCA, ficou em 8,5% no mesmo período.

O resultado, conforme explica o superintendente executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, é bastante negativo, principalmente por apontar recorde no aumento dos custos enquanto o setor continua a registrar quedas consecutivas no total de beneficiários. O que deveria resultar em menor pressão dos custos, já que há menos beneficiários utilizando os serviços. “O resultado do VCMH é impactante. No período, 1,7 milhão de beneficiários deixaram a saúde suplementar, o que significa menos receita para as operadoras, que por outro lado estão vendo suas contas assistenciais crescendo continuamente, mesmo frente a redução de vínculos”, analisa.

Carneiro lembra que além dos custos assistenciais em alta e da redução do total de vínculos, o setor ainda recebeu autorização da ANS para reajuste das contraprestações dos beneficiários de 13,55%. “O índice autorizado pela ANS, apesar de acima da inflação geral medida pelo IPCA, está bastante abaixo do aumento dos custos do setor”, alerta.  “Esse movimento, que se repete ano após ano, certamente, põe em risco a sustentabilidade do setor.”

O executivo destaca, ainda, que há causas principalmente ligadas a falhas de mercado para o VCMH permanecer tão elevado por tanto tempo. A primeira delas é o sistema de pagamento das operadoras aos prestadores de serviços de saúde no Brasil, que se assemelha a um ‘cheque em branco’. A chamada ‘conta aberta’, ou fee-for-service, que absorve todos os custos, inclusive desperdícios e falhas assistenciais, como reinternações, por exemplo. Todos os insumos são adicionados à conta hospitalar e, dessa forma, os prestadores buscam o máximo consumo possível com o objetivo de obter a máxima remuneração. Um desincentivo total à eficiência.

Outra causa a potencializar os custos da saúde é a falta de transparência do setor. Não há transparência sobre indicadores de qualidade assistencial nos serviços de saúde, na formação de preços ou nas relações entre os atores da cadeia. Logo, não é possível saber se a precificação por um serviço é justa porque não há como comparar os diferentes prestadores. É o caso, por exemplo, dos hospitais. Os custos dos serviços se baseiam em uma “percepção de qualidade”, no poder de mercado em determinada localização, mas não há certeza de que um prestador é melhor do que outro porque simplesmente não se conhecem os indicadores de desempenho e qualidade assistencial.

Da mesma forma, a assimetria de informações gerada pela falta de transparência impossibilita a comparação para um mesmo insumo de saúde entre distintos fornecedores, bem como não se conhece as relações comerciais entre diferentes agentes do mercado. Isso abre espaço para práticas de corrupção, como se tem repercutido na imprensa nos últimos anos em diversas denúncias, especialmente na área de materiais e medicamentos, o que, obviamente, impacta em aumento de custos para o sistema.

“O Brasil precisa, urgentemente, promover uma reforma do sistema de saúde suplementar”, defende Carneiro. “Nem consumidores, nem empresas contratantes de plano de saúde têm condições de absorver reajustes de dois dígitos por longos períodos. Ou o País avança na modernização dos modelos de pagamento por serviços de saúde e em uma agenda de transparência nessa área, ou o sistema corre o sério risco de se desmantelar em poucos anos.”

Fonte: Saúde Business


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