As 7 maiores tendências para o mercado de saúde

Sabemos que o uso da tecnologia está cada vez mais presente em todas as áreas, e no mercado da saúde isso não poderia ser diferente.

Porém, não é só ela a grande tendência de 2017. Os assuntos econômicos, principalmente da indústria farmacêutica estão sempre em pauta e terão um ano decisivo pela frente.

 

O uso de aparelhos móveis cada vez mais presente

Os smartphones serão cada vez mais utilizados pelos pacientes para acessar as informações

sobre o próprio estado de saúde e seus registros e laudos médicos completos. Esta é uma das vantagens de se automatizar processos e disponibilizar estes dados online.

Desta forma, os smartphones serão um dos mais importantes instrumentos médicos também para os profissionais da saúde, tanto em países de alta quanto de baixa renda, em que eles também poderão acessar os arquivos do paciente em tempo real, e a qualquer momento.

 

 Aposta em biossimilares

Tendência do ano de 2016, que irá perdurar e ganhar ainda mais força em 2017, os biossimilares são medicamentos semelhantes aos medicamentos inovadores, produtos produzidos a partir de um organismo vivo, como células de bactérias.

Um medicamento biossimilar é desenvolvido depois que a patente de um produto biológico expira, o que permite que outras empresas desenvolvam versões parecidas.

O ano de 2017 será marcado por uma nova e mais acessível leva destes biossimilares, que irão tomar conta o mercado com a proposta de concorrer com aqueles fabricados a altos valores por grandes marcas.

Lembrando que biossimilares são diferente de medicamentos genéricos (sendo estes últimos medicamentos que apresentam o mesmo princípio ativo que um medicamento de referência).

 

A atualização e flexibilização das bases de dados

A coleta de dados é fundamental para todas as organizações, sejam elas de saúde ou não.

Novas bases de dados e ferramentas de bases de dados irão permitir que os players (empresas que participam ativamente) da indústria analisem estes dados de maneiras diferente,  possibilitando despertar insights incorporados nas inúmeras informações a serem recolhidas sobre consumidores de saúde.

Neste ano, existe urgência no levantamento de dados personalizados, e tal urgência irá influenciar em uma modernização dos sistemas de coleta e armazenamento de dados, para que eles possam englobar as informações que o médico queira mencionar, mas que não se enquadram nas categorias que a base já existente oferece.

Portanto, ao evoluir o sistema de base de dados do antigo conjunto de letras, números e tabelas a uma ferramenta ativa na melhora do tratamento individual de cada paciente, teremos um grande avanço na metodologia do sistema de saúde, que se transformará em uma mais eficiente, detalhada e rápida.

 

Custos ao invés de valores

Sabemos que é cada vez mais frustrante a situação pelas quais passam os pacientes que precisam de medicamentos de alto custo, mas não tem condições de pagar por eles e pelos  tratamentos e procedimentos.

O aumento dos preços dos medicamentos sobre a inflação ocorre há muito tempo, e torna o balanço desfavorável aos compradores que não tem acesso a justificativas palpáveis para continuar consumindo tais produtos.

Desta forma, para que o acordo seja criado entre quem consome e quem fabrica é a comunicação efetiva entre as partes.

A tendência da produção de medicamentos cada vez mais especializados e de alto custo permanece em 2017 e por isso, cria a necessidade de a indústria farmacêutica esclarecer os altos custos por trás da fabricação de seus produtos.

O alto custo dos medicamentos deve ser justificado e baseado em resultados clínicos, impacto econômico, entre outros fatores que geram impacto direto sobre a demanda.

Desta forma, devem ser identificados e diferenciados os casos onde o valor do medicamento deve ser priorizado no cálculo (menores valores finais, porém maior parcela de valor agregado a inúmeros fatores), e quando o custo deve ser levado em conta (medicamentos de alto custo cada vez mais presentes, que são impagáveis se agregados a muito valor).

Telemedicina

A telemedicina se trata do uso de tecnologias da informação e telecomunicações para o fornecimento de informação e atenção médica à pacientes e outros profissionais de saúde à distância.

De acordo com um relatório divulgado pela Accenture, o financiamento para a telemedicina deverá quadruplicar até 2017, crescendo para quase um bilhão de dólares em investimento anual. Este aumento é atribuído a alguns fatores:

Mudanças determinadas pelo Governo

As empresas de seguro estão aumentando cada vez mais sua cobertura para incluir a telemedicina para atender as orientações da política governamental para incentivar e apoiar a tendência.

Economia

Quando abordamos o assunto telemedicina, inevitavelmente surge a questão do custo deste serviço.

As iniciativas de telessaúde têm o potencial de diminuir, e muito, o custo dos cuidados de saúde em todo o setor, de pacientes a seguradoras.

Tecnologia móvel

Como dissemos anteriormente, o uso de smartphones vem crescendo cada vez mais, e sendo assim, o potencial é enorme para usuários de meios móveis de saúde, que vem sendo expandido constantemente.

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